Eis-nos aqui,
depois que o manto escuro
da morte nos cobriu quase que
completamente;
ainda assim aqui estamos
a tentarmos - angustiados e sufocados -
a tentarmos desembaraçar esses finos
fios à nuvem;
e isso deveria
responder a todas as suas dúvidas,
originadas de inseguranças, ciúmes
e possessividades:
as passadas, as presentes
e até as futuras que surgirem em uma possível
morte eterna deste resistente
amor de chuvas.
depois que o manto escuro
da morte nos cobriu quase que
completamente;
ainda assim aqui estamos
a tentarmos - angustiados e sufocados -
a tentarmos desembaraçar esses finos
fios à nuvem;
e isso deveria
responder a todas as suas dúvidas,
originadas de inseguranças, ciúmes
e possessividades:
as passadas, as presentes
e até as futuras que surgirem em uma possível
morte eterna deste resistente
amor de chuvas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
De ti jamais irei desistir
Enquanto houver em mim desejo
Sempre irei pedir um beijo
Enquanto houver a certeza
voou-te querer e amar, com certeza
Enquant…
Tsunamidesaudade63
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal