Ando perdido
sob minhas próprias
chuvas.

Sob jugos,
palavras voláteis,
voos inválidos
e palavras voláteis
já entendo tudo.

Sim,
Tornei-me a própria chuva
E sai de mim um sombrio
vento frio,

e, depois que ela partiu,
não vejo mais nenhuma razão
e nenhum sentimento
me move

a apanhar
mais alguma flor parecida
com ela, neste pomar
cinzento!
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