Desembaraço
Sem saber sigo em frente,
Estes medos?
Apenas provações,
Entre as estações da vida,
Se oscilo ou me firmo,
O que importa?
Portas se fecham,
Portas se abrem,
E janelas se fazem,
Na sutileza da alma,
Essência de um despertar.
Se a tempestade furiosa,
Ruir a minha casa tão frágil,
Lutarei para outra construir,
Desta vez mais forte,
Mas ainda sim quebradiça,
Mas que guarda em cada canto,
Os sonhos mais belos,
Os mais absurdos,
Tal qual os pesadelos,
Ali enredados em silêncio.
Não me interrogue a beleza,
Nem tampouco a feiúra,
Das dúvidas vividas,
Pútridas feridas,
Das chagas do meu caos,
Encharcados de sentimentos,
Das minhas lágrimas,
Ou quem sabe do meu sorriso.
O que importa?
Sinceramente não sei,
Mas a estrada é longa,
Destino concebível.
Estes medos?
Apenas provações,
Entre as estações da vida,
Se oscilo ou me firmo,
O que importa?
Portas se fecham,
Portas se abrem,
E janelas se fazem,
Na sutileza da alma,
Essência de um despertar.
Se a tempestade furiosa,
Ruir a minha casa tão frágil,
Lutarei para outra construir,
Desta vez mais forte,
Mas ainda sim quebradiça,
Mas que guarda em cada canto,
Os sonhos mais belos,
Os mais absurdos,
Tal qual os pesadelos,
Ali enredados em silêncio.
Não me interrogue a beleza,
Nem tampouco a feiúra,
Das dúvidas vividas,
Pútridas feridas,
Das chagas do meu caos,
Encharcados de sentimentos,
Das minhas lágrimas,
Ou quem sabe do meu sorriso.
O que importa?
Sinceramente não sei,
Mas a estrada é longa,
Destino concebível.
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