Os ecos,
ecos voando, galopando, ressoando
dos fantasmas bastardos
de todos os outroras;

as seivas,
a seivas escorrendo, lacrimejando, lacteando
Dos reflexos ainda reminiscentes
daquela pedra traiçoeira:

os ecos e as seivas
do passado, ainda pairando como ervas
daninhas em minha esteira,

a me exigirem
o sacrifício de novos crânios brancos,
para lhes manter mortos com seus alvos,
mas espúrios espelhos.
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