Ouço vozes
que me assombram
à madrugada:
são os fantasmas
das pombas
mortas,
de quando me pousavam
as carnes, os sonhos
e as vesanias,
enquanto eu
- convexo cão -
ladrava do sapiens
o alvo bestiário.
que me assombram
à madrugada:
são os fantasmas
das pombas
mortas,
de quando me pousavam
as carnes, os sonhos
e as vesanias,
enquanto eu
- convexo cão -
ladrava do sapiens
o alvo bestiário.
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