Cólera
As tuas trincheiras me cansam,
Me sufocam numa quase morte,
Estas suas armas enferrujadas,
Sujas de tédio,
A espionar o inimigo dentro de mim,
Disfarçado entre as ruínas,
De sua casamata de loucuras,
A espezinhar minha surdez.
Não quero ouvir tua voz,
Nem seus lamentos,
Porquanto não tens parte comigo,
Neste revés do amor que me causaste,
Tire estes pés da minha estrada,
Lance estas botas no lixo,
Também fique por lá,
Com seu sarcasmo podre,
Não esqueças ao fim de tudo,
Estou te sepultando,
No cemitério de suas traições.
Me sufocam numa quase morte,
Estas suas armas enferrujadas,
Sujas de tédio,
A espionar o inimigo dentro de mim,
Disfarçado entre as ruínas,
De sua casamata de loucuras,
A espezinhar minha surdez.
Não quero ouvir tua voz,
Nem seus lamentos,
Porquanto não tens parte comigo,
Neste revés do amor que me causaste,
Tire estes pés da minha estrada,
Lance estas botas no lixo,
Também fique por lá,
Com seu sarcasmo podre,
Não esqueças ao fim de tudo,
Estou te sepultando,
No cemitério de suas traições.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski