ARMA DE BEM
Em meio a essa guerra de palavras vãs
Usa tua arma de bem para modelar as lutas
Travadas e escondidas nas folhas
Das tuas batalhas ganhas
Em meio à selva entre as feras
Que consomem teus desejos bons
Diariamente quando despertas
Ou adormeces tuas escolhas
Apropriando-te assim dos teus coesos princípios
Terás a nítida certeza
De que não há hipótese nem regra ou piedade
Nem caminho desnecessário de se passar
Que não gere liberdade e gratidão
Muito além de qualquer aspereza e vício
Que o acaso aprisione ou porventura
Se agregue à tua sobriedade
Demora entender desse enlace
Mas essa é a conta suprema
Que engrandece, evidencia e dá ciência
A essa dor que não se chora
A essa face que não se oculta
à mansidão que nunca agride
Nem desumana as tolas buscas
Que sublimam a existência
Usa tua arma de bem para modelar as lutas
Travadas e escondidas nas folhas
Das tuas batalhas ganhas
Em meio à selva entre as feras
Que consomem teus desejos bons
Diariamente quando despertas
Ou adormeces tuas escolhas
Apropriando-te assim dos teus coesos princípios
Terás a nítida certeza
De que não há hipótese nem regra ou piedade
Nem caminho desnecessário de se passar
Que não gere liberdade e gratidão
Muito além de qualquer aspereza e vício
Que o acaso aprisione ou porventura
Se agregue à tua sobriedade
Demora entender desse enlace
Mas essa é a conta suprema
Que engrandece, evidencia e dá ciência
A essa dor que não se chora
A essa face que não se oculta
à mansidão que nunca agride
Nem desumana as tolas buscas
Que sublimam a existência
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