DOS TEMPOS DA FLOR DE INVERNO
Bem sei
(e disso fui testemunho, flor de inverno)
de tuas veneráveis ilusões
e fantasias,
dos rios
virgens em que banhas
tuas vesanias,
dos castelos
e templos onde praticas
a idolatria
e das sombras
que tentas esconder à fausta
luz de teus dias.
(e disso fui testemunho, flor de inverno)
de tuas veneráveis ilusões
e fantasias,
dos rios
virgens em que banhas
tuas vesanias,
dos castelos
e templos onde praticas
a idolatria
e das sombras
que tentas esconder à fausta
luz de teus dias.
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