UM DESERTO REFLETIDO
Um clássico de
Thaikovsky ou Mozart;
às vezes,
um jazz, samba ou roque
a incitar-me
(a mim, esse já-quase-nada-ser)
para - quem sabe - um último
espasmo teso,
com alguma borboleta
que desvoe,
ou com alguma
mariposa que não (mais)
se vista com esplendes
máscaras.
Thaikovsky ou Mozart;
às vezes,
um jazz, samba ou roque
a incitar-me
(a mim, esse já-quase-nada-ser)
para - quem sabe - um último
espasmo teso,
com alguma borboleta
que desvoe,
ou com alguma
mariposa que não (mais)
se vista com esplendes
máscaras.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia
O Rochedo – (soneto) - 07/03/2016
Bate o mar enfurecido no rochedo
Em espuma se transforma sua ira,
O seu poder feroz nos causa medo,
Mas calma …
Armando A. C. Garcia
De manhã, (soneto) - 30/05/2018
O sol, rasga as trevas de manhã
Iluminando prados e outeiros,
Vejo ela passar alegre e louçã
Do outro lado da …
Armando A. C. Garcia