Desencanto
Dentro de mim um silêncio,
Um quarto escuro que me esconde,
Sob as correntes da dor,
Eternidade abrupta do medo,
Caos humano importuno,
Redesenhando minha face,
Desfigurada pela ilusão.
Despetalei as últimas rosas,
E nem se quer as notei,
No lúgubre enlace,
Desventura desmedida,
Invisíveis sonhos perdidos.
Meu riso emudeceu-se,
Luto dos meus lábios,
Vigiando meu olhar,
Afeito em lágrimas,
Tentando apagar do peito,
O leviano amor que me condena.
Um quarto escuro que me esconde,
Sob as correntes da dor,
Eternidade abrupta do medo,
Caos humano importuno,
Redesenhando minha face,
Desfigurada pela ilusão.
Despetalei as últimas rosas,
E nem se quer as notei,
No lúgubre enlace,
Desventura desmedida,
Invisíveis sonhos perdidos.
Meu riso emudeceu-se,
Luto dos meus lábios,
Vigiando meu olhar,
Afeito em lágrimas,
Tentando apagar do peito,
O leviano amor que me condena.
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