Desencanto
Dentro de mim um silêncio,
Um quarto escuro que me esconde,
Sob as correntes da dor,
Eternidade abrupta do medo,
Caos humano importuno,
Redesenhando minha face,
Desfigurada pela ilusão.
Despetalei as últimas rosas,
E nem se quer as notei,
No lúgubre enlace,
Desventura desmedida,
Invisíveis sonhos perdidos.
Meu riso emudeceu-se,
Luto dos meus lábios,
Vigiando meu olhar,
Afeito em lágrimas,
Tentando apagar do peito,
O leviano amor que me condena.
Um quarto escuro que me esconde,
Sob as correntes da dor,
Eternidade abrupta do medo,
Caos humano importuno,
Redesenhando minha face,
Desfigurada pela ilusão.
Despetalei as últimas rosas,
E nem se quer as notei,
No lúgubre enlace,
Desventura desmedida,
Invisíveis sonhos perdidos.
Meu riso emudeceu-se,
Luto dos meus lábios,
Vigiando meu olhar,
Afeito em lágrimas,
Tentando apagar do peito,
O leviano amor que me condena.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski