Humanicidio
Humanidade insana,
Diga-me onde foi que se perdeu?!
Onde está sua benevolência?
Seus filhos choram em suas mãos sujas,
Rastros de sangue e preconceito tolhem sua felicidade.
Quem são teus pais?
O que fizeste com o amor?
A sabedoria escondeu-se chorosa,
Enlutada pelas vozes dos inocentes assassinados.
Os monstros paridos em sua rebeldia te envergonham,
Sufocando a justiça entristecida.
As casas estão ruindo em seus alicerces,
Cúmulos de lágrimas de todas as pátrias.
Não há fronteira para a covardia,
Estampada nos rostos enfurecidos.
A razão perdeu sua identidade,
Nos julgamentos insanos e desvalidos.
Hipócritas gerando hipócritas,
Lúcidos em suas teias de indiferença desmedida.
O respeito vai murchando no meio do caminho,
Acenado para que alguém o socorra.
Senhora humanidade;
A morte assombrosa te espreita em seus domínios
Vermes famintos devoradores de gentes.
A desgraça disfarçada em sorriso,
Lança na cova os dissolutos em suas verdades.
Diga-me onde foi que se perdeu?!
Onde está sua benevolência?
Seus filhos choram em suas mãos sujas,
Rastros de sangue e preconceito tolhem sua felicidade.
Quem são teus pais?
O que fizeste com o amor?
A sabedoria escondeu-se chorosa,
Enlutada pelas vozes dos inocentes assassinados.
Os monstros paridos em sua rebeldia te envergonham,
Sufocando a justiça entristecida.
As casas estão ruindo em seus alicerces,
Cúmulos de lágrimas de todas as pátrias.
Não há fronteira para a covardia,
Estampada nos rostos enfurecidos.
A razão perdeu sua identidade,
Nos julgamentos insanos e desvalidos.
Hipócritas gerando hipócritas,
Lúcidos em suas teias de indiferença desmedida.
O respeito vai murchando no meio do caminho,
Acenado para que alguém o socorra.
Senhora humanidade;
A morte assombrosa te espreita em seus domínios
Vermes famintos devoradores de gentes.
A desgraça disfarçada em sorriso,
Lança na cova os dissolutos em suas verdades.
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