EXISTÊNCIA
Ser diferente ou indiferente?
Quão sabedoria exige de nós, meros mortais!
Quando me deparo frente ao espelho,
vejo marcas, traços da vida.
Quando me vejo, observo o que sou, minh'alma!
A vezes reparo na beleza de meus olhos, dos meus olhos!
E vejo quão profundos são, feitos buraco negro!
Em instantes, como um raio ao vagar o espaço
me vem em mente uma breve lembrança.
Quando me lembrei, vi que a vida passou
passo a passo, como uma criança aprendendo a andar.
Quando voltei a realidade,
não pude deixar de chorar.
Tudo o que eu tinha
agora não tenho mais...
Meus pais!
Quão sabedoria exige de nós, meros mortais!
Quando me deparo frente ao espelho,
vejo marcas, traços da vida.
Quando me vejo, observo o que sou, minh'alma!
A vezes reparo na beleza de meus olhos, dos meus olhos!
E vejo quão profundos são, feitos buraco negro!
Em instantes, como um raio ao vagar o espaço
me vem em mente uma breve lembrança.
Quando me lembrei, vi que a vida passou
passo a passo, como uma criança aprendendo a andar.
Quando voltei a realidade,
não pude deixar de chorar.
Tudo o que eu tinha
agora não tenho mais...
Meus pais!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*