EXISTÊNCIA
Ser diferente ou indiferente?
Quão sabedoria exige de nós, meros mortais!
Quando me deparo frente ao espelho,
vejo marcas, traços da vida.
Quando me vejo, observo o que sou, minh'alma!
A vezes reparo na beleza de meus olhos, dos meus olhos!
E vejo quão profundos são, feitos buraco negro!
Em instantes, como um raio ao vagar o espaço
me vem em mente uma breve lembrança.
Quando me lembrei, vi que a vida passou
passo a passo, como uma criança aprendendo a andar.
Quando voltei a realidade,
não pude deixar de chorar.
Tudo o que eu tinha
agora não tenho mais...
Meus pais!
Quão sabedoria exige de nós, meros mortais!
Quando me deparo frente ao espelho,
vejo marcas, traços da vida.
Quando me vejo, observo o que sou, minh'alma!
A vezes reparo na beleza de meus olhos, dos meus olhos!
E vejo quão profundos são, feitos buraco negro!
Em instantes, como um raio ao vagar o espaço
me vem em mente uma breve lembrança.
Quando me lembrei, vi que a vida passou
passo a passo, como uma criança aprendendo a andar.
Quando voltei a realidade,
não pude deixar de chorar.
Tudo o que eu tinha
agora não tenho mais...
Meus pais!
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