Porque são os laços

E não os nós
Que atam gentilmente
E com cuidado
Deixando frouxo
À vontade
Que aproximam
Alegram e dão o valor
Que se merece
Encantam e enaltecem
A cada volta
Do jeito certo de amar
E nessa constância
De tantos altos e baixos
De tantas voltas em laço
Têm em nós
Atados voluntários
Prisioneiros assim ornados
Dessa gentil forma de amar
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