Carícias perdulárias

Sentindo a macieza de todas as fragrâncias
O tempo jardinou este cantinho solitário com mil
Coloridas ilusões jactantes, seduzidas...solidárias
Na imensuralidade do silêncio pernoita a vida
Embriagada...quase mercenária, deixando que a
Solidão afague uma brisa vaidosa, eterna...tão utilitária
Melindrada a madrugada renasce exalando da lua
Seus gomos de luz imarcescível até que a noite
Reconciliada pouse entre sombras etéreas e usurárias
Assim nostálgica e inebriante desabrocha uma hora
Ferida e temporária mirrando depois entre aveludadas
Caricias que deixámos a praguejar tão perdulárias
Frederico de Castro
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