SEM TRÉGUAS
... rendo-me,
chovo fogos emcobrindo
o céu de cor negra,
sangro em noites
frias e sombrias, luto, renovo
as esperanças,
não refaço a cama
ou o sonho que a morte quis
nos desfazer;
com os tristes olhos
deste poeta niilista, que ninguém vê
resisto,
até que também
me chame a morte e nos permita
que tudo outrora por nós semeado
se conclua em grandiosa
possibilidade quântica,
distante
das imagens que nos levaria a vazios
e a nadas neste mundo de semelhantes
loucos e estranhoa que, juntos,
habitamos.
chovo fogos emcobrindo
o céu de cor negra,
sangro em noites
frias e sombrias, luto, renovo
as esperanças,
não refaço a cama
ou o sonho que a morte quis
nos desfazer;
com os tristes olhos
deste poeta niilista, que ninguém vê
resisto,
até que também
me chame a morte e nos permita
que tudo outrora por nós semeado
se conclua em grandiosa
possibilidade quântica,
distante
das imagens que nos levaria a vazios
e a nadas neste mundo de semelhantes
loucos e estranhoa que, juntos,
habitamos.
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