Parado entre o terceiro
e o quarto andares,
ouço reminiscentes
ecos de abaixo, onde outrora
escorreram-se sonhos
leites e sombras,
e ouço marulhos
moucos de acima, onde se possam
haver esperanças grávidas
condenadas.
Por breve momento,
reflito sobre os tênues limites
entre minhas vértebras
e minhas asas,
e decido, resolutamente:
"vou descer".
e o quarto andares,
ouço reminiscentes
ecos de abaixo, onde outrora
escorreram-se sonhos
leites e sombras,
e ouço marulhos
moucos de acima, onde se possam
haver esperanças grávidas
condenadas.
Por breve momento,
reflito sobre os tênues limites
entre minhas vértebras
e minhas asas,
e decido, resolutamente:
"vou descer".
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski