E O INVERNO QUEIMOU COMO O INFERNO!
Ó Senhora, amante
das luzes e dos farrapos humanos:
sempre, sempre vestida
de branco
- com o corpo a se queimar
de (embora negados) extáticos desejos
e com a alma ligada a púmbleos
ensejos -;
por que é que
me vieste assim de tãos distantes sonhos
e por que me trouxeste tão paradoxais
imagens,
se não for a
para tentares apagar um crepúsculo
que já nascera verticalmente
condenado
e horizontalmente
contaminado?
das luzes e dos farrapos humanos:
sempre, sempre vestida
de branco
- com o corpo a se queimar
de (embora negados) extáticos desejos
e com a alma ligada a púmbleos
ensejos -;
por que é que
me vieste assim de tãos distantes sonhos
e por que me trouxeste tão paradoxais
imagens,
se não for a
para tentares apagar um crepúsculo
que já nascera verticalmente
condenado
e horizontalmente
contaminado?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski