Eleva a fulgurante luz,
Sábio tempo em suas portas,
Dança o universo,
Beijando o século em suas seduções,
Presunções de seus criadores.
As casas frágeis,
Percebem a tempestade difusa,
Lágrimas de dor e esperança,
Provações da alma,
Acariciando o corpo em seus medos.
A foice corta a colheita,
Sem importar o fruto,
Apenas o chão que o abrigou,
Dando-lhe o que foi capaz de absorver.
Sábio tempo em suas portas,
Dança o universo,
Beijando o século em suas seduções,
Presunções de seus criadores.
As casas frágeis,
Percebem a tempestade difusa,
Lágrimas de dor e esperança,
Provações da alma,
Acariciando o corpo em seus medos.
A foice corta a colheita,
Sem importar o fruto,
Apenas o chão que o abrigou,
Dando-lhe o que foi capaz de absorver.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski