Disparo
Nessa manhã escuto o disparo
Corro para de baixo da cama
Procuro me esconder
Medo me consome
Fico estática, paralisada
Suor escorre em meu corpo
Mãos trêmulas, que escondem meu rosto
Abrir os olhos e ver
Só em pensar
Sinto a coluna estremecer
Deus até aonde permanecerá
Meu medo de estar
Se a cada disparo do meu coração
Fazem lembrar minha solidão
De um dia saber que tudo foi em vão
Amor fugiu de mim sem permissão
Do que me adianta esconder então?!
Vou cometer um suicídio
Um amor atroz
Vai morrer em mim
Corro para de baixo da cama
Procuro me esconder
Medo me consome
Fico estática, paralisada
Suor escorre em meu corpo
Mãos trêmulas, que escondem meu rosto
Abrir os olhos e ver
Só em pensar
Sinto a coluna estremecer
Deus até aonde permanecerá
Meu medo de estar
Se a cada disparo do meu coração
Fazem lembrar minha solidão
De um dia saber que tudo foi em vão
Amor fugiu de mim sem permissão
Do que me adianta esconder então?!
Vou cometer um suicídio
Um amor atroz
Vai morrer em mim
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*