ESPLENDOR QUE NÃO VALE NADA!
Amigam-se pala internet,
elogiam-se pela internet,
bajulam-se pela internet,
falam de Deus em próprio proveito na internet,
pernoitam noites a fio paquerando
ou puxando sardinha com músicas e ti ti tis
na internet,
amam-se (pasme), mesmo sendo casadas
e casados na internet,
o imaginário toma o real e as genitálias
passam a feder à internet, ocasionando perda
de controle social,
fodem, fodem, fodem
e traem como anjos, sempre com bons modos
e falando bem um do outro e do santo
nome na internet;
depois, tiram um tempo
para fustigarem e acusarem o cão niilista
de, em seus poemas, escrever o que venha a ser
a merda do sapiens.
É, sim, o fedor esplende,
embora pareça que usem perfume francês
e demonstrem vastos conhecimentos filosóficos,
científicos, espirituais e sobre
bons modos.
Nickam-se e se fodem
no enevoado cibernético clareado por suas
vozes voláteis de neons e por suas juras e punhetasa
e ciricas, em traição a cônjuges,
escondidas.
Perdem casamentos por isso,
mas culpam o corno; mas insistem em atacar o cão
que há décasas sente seus disfarçados
fedores
e lhes descreve
o imundo, sujo, obscuro e fétido
que guardam escondidos em suas
algibeiras!
elogiam-se pela internet,
bajulam-se pela internet,
falam de Deus em próprio proveito na internet,
pernoitam noites a fio paquerando
ou puxando sardinha com músicas e ti ti tis
na internet,
amam-se (pasme), mesmo sendo casadas
e casados na internet,
o imaginário toma o real e as genitálias
passam a feder à internet, ocasionando perda
de controle social,
fodem, fodem, fodem
e traem como anjos, sempre com bons modos
e falando bem um do outro e do santo
nome na internet;
depois, tiram um tempo
para fustigarem e acusarem o cão niilista
de, em seus poemas, escrever o que venha a ser
a merda do sapiens.
É, sim, o fedor esplende,
embora pareça que usem perfume francês
e demonstrem vastos conhecimentos filosóficos,
científicos, espirituais e sobre
bons modos.
Nickam-se e se fodem
no enevoado cibernético clareado por suas
vozes voláteis de neons e por suas juras e punhetasa
e ciricas, em traição a cônjuges,
escondidas.
Perdem casamentos por isso,
mas culpam o corno; mas insistem em atacar o cão
que há décasas sente seus disfarçados
fedores
e lhes descreve
o imundo, sujo, obscuro e fétido
que guardam escondidos em suas
algibeiras!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia