A SAUDADE DA CHUVA
Caem gotas escassas e brandas,
Com meiguice a beijar a vidraça,
Parecem olhinhos da ciranda,
Que o vento a traz de banda,
Oh! Chuva tens tanta graça!
Fixei-te cheia de saudade,
Que não tardei a sorrir,
A pensar com esta idade,
Nunca te senti fragilidade,
E tão custosa de parir!
Não te ausentes por mais tempo,
Que fico triste na desventura,
A lutar contra esse tempo,
Esperando-te a qualquer momento,
Mesmo que tragas loucura!
27-02-2018 Maria Antonieta Matos
Com meiguice a beijar a vidraça,
Parecem olhinhos da ciranda,
Que o vento a traz de banda,
Oh! Chuva tens tanta graça!
Fixei-te cheia de saudade,
Que não tardei a sorrir,
A pensar com esta idade,
Nunca te senti fragilidade,
E tão custosa de parir!
Não te ausentes por mais tempo,
Que fico triste na desventura,
A lutar contra esse tempo,
Esperando-te a qualquer momento,
Mesmo que tragas loucura!
27-02-2018 Maria Antonieta Matos
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