SONHOS

Os sonhos não morrem
Apenas correm,
Atrás de nossas vidas
Sugando nossas vontades
De abdica-los como o mel
O mel que é sugado por abelhas.
Como o pão
Em fatias lentamente...
Sentindo o sabor do trigo
Em cenas oblíquas.
A lua por testemunha dorme,
A espera do sol
A deitar em leito vazio do amor
Que se foi.
Deito em grama verde
a espera de você
Olhando o claro vulto
Que caminha no céu.
Tento pensar
Mas o frio penetra-me a alma
Esperando sua chegada
Meu trajeto
Será conduzido com flores brancas.
Apenas penso:
Pergunto o porque de tudo
Nunca mal te fiz,
Porque?
Apenas correm,
Atrás de nossas vidas
Sugando nossas vontades
De abdica-los como o mel
O mel que é sugado por abelhas.
Como o pão
Em fatias lentamente...
Sentindo o sabor do trigo
Em cenas oblíquas.
A lua por testemunha dorme,
A espera do sol
A deitar em leito vazio do amor
Que se foi.
Deito em grama verde
a espera de você
Olhando o claro vulto
Que caminha no céu.
Tento pensar
Mas o frio penetra-me a alma
Esperando sua chegada
Meu trajeto
Será conduzido com flores brancas.
Apenas penso:
Pergunto o porque de tudo
Nunca mal te fiz,
Porque?
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