Autocura
Em processo de cura
Na a miúde conduta
De não ler mais os versos seus
Sigo triste tormento
Seus escritos estão sobre a mesa
O vento desfolha suas páginas
Me concentro
Retomo a conduta
Mudo a direção do olhar
Respiro fundo
É um vício, sinto meus nervos saltarem
Espalhados no inconsciente
Da memória presente
Corro ao seu encontro
Mais uma vez falho
Seguro contra o peito
Seus versos, devaneios
Parace que vou me alimentar
Acalentar um coração
Que sofre de abandono
Rascunhado por você
Sofro mais uma vez com orgasmos múltiplos
Garrafa vazia, na penumbra desta sala
Entorpecida com a força que usaste na caneta
Preenchendo cada espaço em branco das folhas
Durmo então.
Na a miúde conduta
De não ler mais os versos seus
Sigo triste tormento
Seus escritos estão sobre a mesa
O vento desfolha suas páginas
Me concentro
Retomo a conduta
Mudo a direção do olhar
Respiro fundo
É um vício, sinto meus nervos saltarem
Espalhados no inconsciente
Da memória presente
Corro ao seu encontro
Mais uma vez falho
Seguro contra o peito
Seus versos, devaneios
Parace que vou me alimentar
Acalentar um coração
Que sofre de abandono
Rascunhado por você
Sofro mais uma vez com orgasmos múltiplos
Garrafa vazia, na penumbra desta sala
Entorpecida com a força que usaste na caneta
Preenchendo cada espaço em branco das folhas
Durmo então.
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