NATUREZA UNIVERSAL
Dizei-me onde há
o sincero silêncio do verbo
e a virgem sublimidade
das coisas
- a não ser
na temida e hedionda morte
ou no ansiado paraíso
que já inauguramos
em vida -
que vos provarei,
da abstrata ponte existencial
da qual a tudo elucubramos
sencientemente,
nossa inexorável
e despercebida consubstancialidade
ao apagamento que
se nos coabita.
o sincero silêncio do verbo
e a virgem sublimidade
das coisas
- a não ser
na temida e hedionda morte
ou no ansiado paraíso
que já inauguramos
em vida -
que vos provarei,
da abstrata ponte existencial
da qual a tudo elucubramos
sencientemente,
nossa inexorável
e despercebida consubstancialidade
ao apagamento que
se nos coabita.
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