Soneto roceiro Seguinte Tanto, tanto que as teclas desbotam... Raquel Ordones São cinco da manhã, o galo canta.Levanta bota lenha na fornalha,Palha, fumo, café, prece à santa, Planta o pé na botina; à batalha!Orvalha ainda, chapéu, força, cabaça.Abraça seu trabalho, busca o gado,É cercado e peado, tão sem raça.Rechaça o bezerrinho arreliado.É ordenhado o leite. Já afofa a horta,E corta o mato, varre seu quintal,É bestial ofício, afã reporta.Transporta porcos, roupas no varal,É rural. Pesca e caça; se comporta,Da porta, o luar, firme no degrau.ღRaquel Ordonesღ #ordonismoUberlândia MG Partilhar Partilhar Comentários (1) Iniciar sessão para publicar um comentário. Sirlânio Jorge Dias Gomes (R) 2018-04-13 perfeito,parabéns!