DESERTO EM RUÍNAS
De que gorjearem
adianta as damas da noite,
as flores
dos bailes das nobres e frescas
noite,
os anjos
maquiados e multicores neste
meu céu em eclipse
e os mágicos
de imagens e de palavra que se entretêm
com versos e poesias arrimadas
à minha hora morta,
se, a flor que eu
verdadeiramente amava, foi-se para
sempre, não me deixando sobrar
nem uma folha seca!
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