ERA DESTINO?
Veio assim,
numa tarde morna e vazia
como outra qualquer,
cumprimentou-me,
conversamos,
paqueramo-nos,
em constante aproximação
andamos de mãos dadas,
abraçamo-nos, beijamo-nos
e nos amamos;
até que, de repente,
começamos a chover de ciúmes,
de desconfianças e de insignificantes
ignorâncias:
à noite,
a morte a levou suave
e famintamente,
e foi assim
que aconteceu, tudo ontem,
tudo com a intensidade
de uma estrela!
numa tarde morna e vazia
como outra qualquer,
cumprimentou-me,
conversamos,
paqueramo-nos,
em constante aproximação
andamos de mãos dadas,
abraçamo-nos, beijamo-nos
e nos amamos;
até que, de repente,
começamos a chover de ciúmes,
de desconfianças e de insignificantes
ignorâncias:
à noite,
a morte a levou suave
e famintamente,
e foi assim
que aconteceu, tudo ontem,
tudo com a intensidade
de uma estrela!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*