A IRONIA DO AMOR
Quando se sente
o vento frio dos amantes começar
a bate em nós,
indicando
mudança de horizonte
e de estação,
bem diferente
daquele calor, quentume e êxtase
vividos nos sonhos
e nas camas,
é sinal de que
os severíssimos e austeros efeitos
dos que chamam de amor
chegaram
com incêndios
que serão provocados por solidão,
por perdição e por silentes angústicas
crônicas!
o vento frio dos amantes começar
a bate em nós,
indicando
mudança de horizonte
e de estação,
bem diferente
daquele calor, quentume e êxtase
vividos nos sonhos
e nas camas,
é sinal de que
os severíssimos e austeros efeitos
dos que chamam de amor
chegaram
com incêndios
que serão provocados por solidão,
por perdição e por silentes angústicas
crônicas!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*