O VENENO QUE ME DESTE AOS POUCOS TE MATOU!
Nunca te hás destempo
para simulares novos amores
e vãs abstrações
em terras de sonhos, mortes
e ressurreições;
nunca te hás tempo
para te olhares aos espelhos
de tua casa
e contemplares
as sonolentas sombras
que, ciclicamente,
habitam-te o dissimulado
e avesso cerne.
para simulares novos amores
e vãs abstrações
em terras de sonhos, mortes
e ressurreições;
nunca te hás tempo
para te olhares aos espelhos
de tua casa
e contemplares
as sonolentas sombras
que, ciclicamente,
habitam-te o dissimulado
e avesso cerne.
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