A MORTE NÃO TEM COR!
Quatro de maio.
Noite de sexta-feira. Abril, 2018.
Sou um homem deitado
na solidão e na angústia geradas
por tua eterna ausência,
agora com medo
das rosas com seus espinhos venenosos,
das ilusórias navegações que nos afogam
e dos sublimes e belos voos
sem asas,
apenas esperando,
extremamente cansado, que a luz
deixe de refletir em tantas confusões
e convulsões em minhas retinas
sencientes!
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