VER PRA QUÊ?
MELHOR ENXERGAR!
Há pessoas que, às vezes, desejam perder o sentido da visão para que possam ter, verdadeiramente, a ótica adenda do mundo em que vivem. Pois bem! Sou uma delas.
Sempre que estou sozinho, fecho os olhos para o mundo “real” e tento enxergar tudo o que permeia o tempo e o espaço dos quais faço parte. E, nesses momentos, minha mente fervilha de pensamentos que aparecem todos como se quisessem passar juntos por uma porta estreita, desesperados pelo medo de serem esquecidos. Por isso, relaxo para que essa porta, de estreita, se torne larga e nenhum pensamento seja perdido. No entanto, não consigo guardar em mim tudo o que penso, tenho que, de alguma forma, mostrar ao mundo, para que os outros possam, também, vê-lo como o vejo. Portanto, encontrei na escrita a receita ideal para o doente certo.
Sempre que estou sozinho, fecho os olhos para o mundo “real” e tento enxergar tudo o que permeia o tempo e o espaço dos quais faço parte. E, nesses momentos, minha mente fervilha de pensamentos que aparecem todos como se quisessem passar juntos por uma porta estreita, desesperados pelo medo de serem esquecidos. Por isso, relaxo para que essa porta, de estreita, se torne larga e nenhum pensamento seja perdido. No entanto, não consigo guardar em mim tudo o que penso, tenho que, de alguma forma, mostrar ao mundo, para que os outros possam, também, vê-lo como o vejo. Portanto, encontrei na escrita a receita ideal para o doente certo.
Aleomar Tolentino
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