Em cada ramo do silêncio

Em cada ramo do silêncio, um eco, um lamento
Inescrutável...tantos desejos pernoitando na fria
Laje do tempo onde murmúrios se soterram
Brutalmente inimputáveis
Em cada ramo do silêncio, deixo meus sonhos
Embrulhados numa metáfora despertando inimaginável
Até que uma brisa bravia se desnude em mil ternos
Afagos tão inexoráveis...
Frederico de Castro
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