Querer
Como eu queria,
Que você quisesse o que eu quero,
Tudo eu teria,
Teria tudo que eu espero.
Beijar incessantemente a tua boca,
Ficando quase sem respirar,
Deixando você inteiramente louca,
No silêncio do espaço à viajar.
Abraçar teu corpo molhado,
Percorrer suas curvas sinuosas,
perder-me em teus carinhos apaixonados,
Delirar-me com os beijos dessa boca gostosa.
Sentir o doce néctar de suas flores,
O cheiro gostoso e suave de sua essência,
A batida do meu coração como tambores,
O teu singelo olhar de inocência.
O balançar sensual de teus cabelos,
Tocar na maciez da sua pele clara,
Ser o teu lindo sonho e jamais pesadelos,
Envolver teu corpo numa redoma,como jóia rara.
Olhar dentro dos teus olhos e dizer,
Mergulhar dentro dos teus rios e sentir,
Te conhecer,meu melhor prazer,
Tua ausência me faz diminuir.
Diminuir o ímpeto de prosseguir,
Nessa caminhada com seus perigos,
Livrar-me do medo de cair,
Encarar os obstáculos e seus abismos.
Lourival Alves
Que você quisesse o que eu quero,
Tudo eu teria,
Teria tudo que eu espero.
Beijar incessantemente a tua boca,
Ficando quase sem respirar,
Deixando você inteiramente louca,
No silêncio do espaço à viajar.
Abraçar teu corpo molhado,
Percorrer suas curvas sinuosas,
perder-me em teus carinhos apaixonados,
Delirar-me com os beijos dessa boca gostosa.
Sentir o doce néctar de suas flores,
O cheiro gostoso e suave de sua essência,
A batida do meu coração como tambores,
O teu singelo olhar de inocência.
O balançar sensual de teus cabelos,
Tocar na maciez da sua pele clara,
Ser o teu lindo sonho e jamais pesadelos,
Envolver teu corpo numa redoma,como jóia rara.
Olhar dentro dos teus olhos e dizer,
Mergulhar dentro dos teus rios e sentir,
Te conhecer,meu melhor prazer,
Tua ausência me faz diminuir.
Diminuir o ímpeto de prosseguir,
Nessa caminhada com seus perigos,
Livrar-me do medo de cair,
Encarar os obstáculos e seus abismos.
Lourival Alves
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*