Cavalheira Estoica
Suave mancha oscura,
drenada em uma alma
intrépido em seu esqueleto
um poço profundo.
esquenta os lábios,
a alma frisada
num descontente andamento
na suave morada...
quente como o inferno,
gelava a chama
que se enganava e clama
por um lamento.
Ao trem que passa
na ampulheta alada
num pedaço de papel
nada esperava.
Chorava em silêncio
por dentro agonizava
A alma estremecia,
e a carne queimava.
Corria em labirintos,
porém sempre esperava
encontrar o destino,
na sombra amarga.
em seu caminho rindo estremecia,
pois em meio a seu destino,
havia um sol no fim do dia.
que sempre a aguardava.
Luciana A.Schlei
13/12/16
22:56
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