Silêncio,
aqui jaz comigo, nesta noite
escura e sem fim,
uma flor de inverno,
o sol não aparece
mais neste cemitério, e os anjos
não cantam nem encantam mais
este triste mistério;
aqui está
tudo solidão, dor e silêncio,
resultado de uma extrema paixão,
cujas consequências foram
tão duras,
que se separaram,
decidindo pelo suicídio
do amor!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino