Feio pra caramba:
Eu sou mal visto pelo mundo,
Até eu mesmo aprendir a me odiar,
O medo do espelho, depois de anos,
Volta a me assombrar.
Eu sou feio para caramba,
Isso nem eu mesmo posso negar,
Triste mesmo é viver nesse mundo,
Onde o amor nunca irei vivenciar.
As pessoas me apelidam,
Eu revido não vou negar,
Mas no fundo dos meus olhos,
Uma mágoa vou guardar.
Externamente sou alegre,
Minha parte triste nunca irei mostrar,
Um feio depressivo,
Quem comigo iria andar?
Amigos tenho poucos,
Dá uns 5 se contar,
Valorizo cada um deles,
Porque isso é tudo que me restará.
Ontem fui chamado de ridículo,
Hoje pela manhã de horroroso,
Respondo sempre com um sorriso,
E guardando o rancor no bolso.
Meus poemas são tristes,
Tô sempre criticando o mundo,
Não posso nem se quer soltar o pranto,
Pois se ocorrer, estarei me vitimizando.
Mas eu ainda tenho esperança,
De um dia ser enxergado e amado,
Por alguém nesse mundo,
Que perceba que a beleza não é tudo.
Vejo pessoas belas,
Que não tem um pingo de caráter,
E se acham a Cinderela,
E são bem vistas andando na passarela.
Vejo pessoas simples,
Que também tem seu valor,
Trato todas com respeito,
Pois conheço bem o ardor.
Sei que ninguém vai ler esse poema,
Ninguém nunca se preocupa com a dor alheia,
Mas só o alívio de saber que escrevi como me sinto,
Me faz sentir-me melhor.
Um dia irei voltar,
Escrevendo sobre amor,
Talvez não seja nessa vida,
Mas farei quando possível for.
Deixando de sonhar pois,
O arrepio vem a pele,
A lágrima cobre os olhos,
E eu aqui deitado como se estivesse tudo ótimo.
As pessoas me dizem,
Não pare de sonhar,
Estude e tenha tudo,
Que hoje está a desejar.
Estudar é importante,
Reconheço o valor,
Mas como é que um ser humano,
Consegue comprar amor?
Eu desisto desse verbo,
Melhor voltar a dormir,
Que por sinal também é outro verbo,
Mas não causa tanta dor como o 1º.
Até eu mesmo aprendir a me odiar,
O medo do espelho, depois de anos,
Volta a me assombrar.
Eu sou feio para caramba,
Isso nem eu mesmo posso negar,
Triste mesmo é viver nesse mundo,
Onde o amor nunca irei vivenciar.
As pessoas me apelidam,
Eu revido não vou negar,
Mas no fundo dos meus olhos,
Uma mágoa vou guardar.
Externamente sou alegre,
Minha parte triste nunca irei mostrar,
Um feio depressivo,
Quem comigo iria andar?
Amigos tenho poucos,
Dá uns 5 se contar,
Valorizo cada um deles,
Porque isso é tudo que me restará.
Ontem fui chamado de ridículo,
Hoje pela manhã de horroroso,
Respondo sempre com um sorriso,
E guardando o rancor no bolso.
Meus poemas são tristes,
Tô sempre criticando o mundo,
Não posso nem se quer soltar o pranto,
Pois se ocorrer, estarei me vitimizando.
Mas eu ainda tenho esperança,
De um dia ser enxergado e amado,
Por alguém nesse mundo,
Que perceba que a beleza não é tudo.
Vejo pessoas belas,
Que não tem um pingo de caráter,
E se acham a Cinderela,
E são bem vistas andando na passarela.
Vejo pessoas simples,
Que também tem seu valor,
Trato todas com respeito,
Pois conheço bem o ardor.
Sei que ninguém vai ler esse poema,
Ninguém nunca se preocupa com a dor alheia,
Mas só o alívio de saber que escrevi como me sinto,
Me faz sentir-me melhor.
Um dia irei voltar,
Escrevendo sobre amor,
Talvez não seja nessa vida,
Mas farei quando possível for.
Deixando de sonhar pois,
O arrepio vem a pele,
A lágrima cobre os olhos,
E eu aqui deitado como se estivesse tudo ótimo.
As pessoas me dizem,
Não pare de sonhar,
Estude e tenha tudo,
Que hoje está a desejar.
Estudar é importante,
Reconheço o valor,
Mas como é que um ser humano,
Consegue comprar amor?
Eu desisto desse verbo,
Melhor voltar a dormir,
Que por sinal também é outro verbo,
Mas não causa tanta dor como o 1º.
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