Cheia de vazio
Base da sociedade falida,
Em nada altera pedir concordata,
É meio raso de nobreza infida,
Vive da aparência que maltrata.
Mas toda regra tem sua exceção,
Geralmente isso numa minoria,
As máscaras predominam então,
Segue em frente o mundo de fantasia.
E finge que a miséria não existe,
Faz de conta que reina a educação,
De caráter tem uma plantação.
Na tecla da falsa moral, insiste,
Ergue o recheio do existir humano,
Num mero vazio de embuste insano.
ღRaquel Ordonesღ
Uberlândia MG
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