O silêncio da madrugada
O silêncio que devora o papel e a tinta da esferográfica.
Dispertando o consciente perecido, que desvincula palavras, que os tímpanos carecem de ouvir.
E um suave vento redimido atiça a escrita
Escavando um poço inesgotável de palavras.
O silêncio que amudece, mais as palavras não cansam de pairar apoquentando a mente.
Seu olhar engulido pelo papel e a tinta tatuando a sua superficie.
Batendo mais rápido as asas, a inspiração reconciliando o mais fundo com silêncio, remando em altos mares sem temer o perigo
E o sono estatelado como segurança, presencia as emoções das esculturas.
São palavras que me reunem, estragavando e demitindo o meu silênciado sono da madrugada.
Andrade Aurelio Mandlate
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
É rica...
Jorge E. Leal
É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concret…
Julian Lael
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*