Me deixa ser...
Me deixa ser a tua voz rouca, a sussurrar palavras prazerosas, as unhas que dilaceram tua carne quente... O suor que brota do seu interior, extasiado...
Me deixa ser a boca que saboreia teus lábios úmidos, o seu gemido de tesão escapando da tua garganta... o seu grito de excitação, rompendo o silêncio... teu profundo arrepio...
Me deixa ser a língua de poeta, que escreve versos apaixonados e lascivos sobre teu corpo em febre...
o navegante que veleja em teu ser, descobrindo as sutilezas da tua alma tão delicada...
Me deixa ser a pureza que paira sobre teu olhar de menino sorridente...
bailar sobre teus quadris, numa dança envolvente e hipnótica... o calor em brasa do teu desejo ardente...
Me deixa ser o sangue que pulsa e ferve em tuas veias saltadas...
O acelerar do teu coração, movido pela paixão... vulcão em erupção... transbordando tua luxúria carnal...
Me deixa ser o teu pecado irresistível, a tentação que sonda teus delírios mais inconfessáveis...
me deixa ser a tua vontade reprimida... o gosto suave da vida... me deixa ser teu pão, teu vinho, teu alimento...
Me deixa ser o homem que te ama... as lágrimas da tua saudade...
me deixa ser o orgasmo que inebria, selando nosso ato selvagem... me deixa ser parte do teu querer, dos teus sonhos, do teu viver... deixa eu te foder...
Me deixa ser tua dor, tua verdade, teu mundo...
me deixa ser teu amor...!
- Cedric Constance
Me deixa ser a boca que saboreia teus lábios úmidos, o seu gemido de tesão escapando da tua garganta... o seu grito de excitação, rompendo o silêncio... teu profundo arrepio...
Me deixa ser a língua de poeta, que escreve versos apaixonados e lascivos sobre teu corpo em febre...
o navegante que veleja em teu ser, descobrindo as sutilezas da tua alma tão delicada...
Me deixa ser a pureza que paira sobre teu olhar de menino sorridente...
bailar sobre teus quadris, numa dança envolvente e hipnótica... o calor em brasa do teu desejo ardente...
Me deixa ser o sangue que pulsa e ferve em tuas veias saltadas...
O acelerar do teu coração, movido pela paixão... vulcão em erupção... transbordando tua luxúria carnal...
Me deixa ser o teu pecado irresistível, a tentação que sonda teus delírios mais inconfessáveis...
me deixa ser a tua vontade reprimida... o gosto suave da vida... me deixa ser teu pão, teu vinho, teu alimento...
Me deixa ser o homem que te ama... as lágrimas da tua saudade...
me deixa ser o orgasmo que inebria, selando nosso ato selvagem... me deixa ser parte do teu querer, dos teus sonhos, do teu viver... deixa eu te foder...
Me deixa ser tua dor, tua verdade, teu mundo...
me deixa ser teu amor...!
- Cedric Constance
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