Conta-Gotas
Se me acusas,
de coisas,
coisas que eu
NãO FIZ,
ninguém diz
que não és tu
quem as faz.
Porque és tu.
és tu.
és tu.
Sempre,
SEMPRE,
foste tu.
O ataque palavroso
que me atiras a mim,
achando que o que fazes,
nunca fizeste.
Que me atinges
Agora.
Agora que abri a boca.
Que não me quero mais,
CALAR.
Não consegues.
Se antes não aceitava,
se repudiava,
agora abomino.
Não tolero.
NãO TOLERO.
Escrito a 07/07/2017
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Amor Meu
Houve alegria na despedida. Ele chamou-me de “Amor Meu”. Parecia um não se vá ou talvez um volta sempre. Seria ele meu servo obediente, o…
Vera Sousa
Amor Meu
Houve alegria na despedida. Ele chamou-me de “Amor Meu”. Parecia um não se vá ou talvez um volta sempre. Seria ele meu servo obediente, o…
Vera Sousa
Instinto mulher
Há na beleza calma, um fogo quase oculto,
Insulto; felina de andar puro; e de graça;
Raça no olhar, brilho sutil e rude; um cul…
Raquel Ordones
Janice on my mind
I keep on moving In the right direction In my life I need lots of people In my life I am always afraid To end up alone Every day I unders…
Aldo gabbay kraas