Contradição
Além do ferrolho,
O que deve estar,
Palavras escondidas,
Ferozes e contidas,
Após o silêncio,
Sangrando na pétala que cai,
Da violácea flor da liberdade.
Virginal matina me consome,
Feito nuvem espargida,
Misturando-se aqui e ali,
Rindo do meu olhar,
Descabido sentido relutante,
Espadas afiadas do meu lamento,
Do que está além da colina.
é um verter contínuo de sangue,
Violência utópica do eu,
Disparidades da alma,
Tão doce e tão selvagem,
Buscando tocar o céu,
Enquanto os pés queimam,
Teimosamente em frangalhos.
O que deve estar,
Palavras escondidas,
Ferozes e contidas,
Após o silêncio,
Sangrando na pétala que cai,
Da violácea flor da liberdade.
Virginal matina me consome,
Feito nuvem espargida,
Misturando-se aqui e ali,
Rindo do meu olhar,
Descabido sentido relutante,
Espadas afiadas do meu lamento,
Do que está além da colina.
é um verter contínuo de sangue,
Violência utópica do eu,
Disparidades da alma,
Tão doce e tão selvagem,
Buscando tocar o céu,
Enquanto os pés queimam,
Teimosamente em frangalhos.
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