C.E.I
Falando aqui de quebrada
Sabe o que é Comissão de Erradicação e Invasão
E bem ali, isso é CEI, oriundos la da vila do I.A.P.I
Inaugurada em 1971
Muitos que aqui chegaram
Pra construir um sonho
E dos seus sonhos foram afastados
um regime de apartheid
Separando os homens humildes
Dos homens covardes
Ali eu nasci e vi muitos nascerem
Muitos se perderem
Um campo de batalha
Mas essa muralha, temos que vencer
Bem ali próximo ao centro do poder
Onde políticos corruptos legislam
Em seu beneficio
Já é arte do oficio, fica com aparte do bolo maior
E nos aqui debaixo, só poeira é pólvora
Mas resisti, dividir, reconstruir e insistir
Tem vários irmãos que não deixa a peteca cair
Tentando sensibilizar, orientar o nosso povo
É o conhecimento que abre portas
E nos transporta para um mundo novo
De 4 a 4 anos os bocas sujas
Estarão tudo aí dinovo
Maior colégio eleitoral
Mais de 500.000
Clamando por inclusão e igualdade
Nas politicas publicas da capital do Brasil
O nordeste é aqui
Celeiro multicultural
O samba, forró, maxixe, rap nacional
É viela, é sarau-vá é casa do cantador
É sertanejo, repente, xaxado tudo é feito com amor
Aqui tem Samba também, viva nossa cidade
Samba da Guariba que é filho da Comunidade.
Quem esqueceu da caixa d'água, do antigo quarentão
Das ruas de lazeres, sáboia, clube Ceilandinha, da capoeira
Dos campos de terra, cine Rezende e dos palcos nas feiras
Dos golzinhos de rua, som no beco, das turmas de salão,
Das brincadeiras de rodas, bete, feira do rôlo e do garrafão
Praça da Bíblia, os baile black que é religião
Ceilandia norte, ceilandia sul, p norte p sul
Guariroba, sol nascente, por do sol, setores Ó, P, Q e R
Vila do mingau, agora quando lhe perguntar não erre
"Ceilândia quebra de rocha, não pega nada, Ceilândia minha quebrada".
Negro Vatto
Sabe o que é Comissão de Erradicação e Invasão
E bem ali, isso é CEI, oriundos la da vila do I.A.P.I
Inaugurada em 1971
Muitos que aqui chegaram
Pra construir um sonho
E dos seus sonhos foram afastados
um regime de apartheid
Separando os homens humildes
Dos homens covardes
Ali eu nasci e vi muitos nascerem
Muitos se perderem
Um campo de batalha
Mas essa muralha, temos que vencer
Bem ali próximo ao centro do poder
Onde políticos corruptos legislam
Em seu beneficio
Já é arte do oficio, fica com aparte do bolo maior
E nos aqui debaixo, só poeira é pólvora
Mas resisti, dividir, reconstruir e insistir
Tem vários irmãos que não deixa a peteca cair
Tentando sensibilizar, orientar o nosso povo
É o conhecimento que abre portas
E nos transporta para um mundo novo
De 4 a 4 anos os bocas sujas
Estarão tudo aí dinovo
Maior colégio eleitoral
Mais de 500.000
Clamando por inclusão e igualdade
Nas politicas publicas da capital do Brasil
O nordeste é aqui
Celeiro multicultural
O samba, forró, maxixe, rap nacional
É viela, é sarau-vá é casa do cantador
É sertanejo, repente, xaxado tudo é feito com amor
Aqui tem Samba também, viva nossa cidade
Samba da Guariba que é filho da Comunidade.
Quem esqueceu da caixa d'água, do antigo quarentão
Das ruas de lazeres, sáboia, clube Ceilandinha, da capoeira
Dos campos de terra, cine Rezende e dos palcos nas feiras
Dos golzinhos de rua, som no beco, das turmas de salão,
Das brincadeiras de rodas, bete, feira do rôlo e do garrafão
Praça da Bíblia, os baile black que é religião
Ceilandia norte, ceilandia sul, p norte p sul
Guariroba, sol nascente, por do sol, setores Ó, P, Q e R
Vila do mingau, agora quando lhe perguntar não erre
"Ceilândia quebra de rocha, não pega nada, Ceilândia minha quebrada".
Negro Vatto
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