retorno
Meu dia chega ao fim,
Penduro a paciência no prego atrás da porta
Chuto a moralidade para debaixo do tapete
Abro a garrafa da consciência, agora negra
E coloco meus pés pro ar...
LIGO a TV e mal entendo o que dizem
Estou embriagada com tantas diretrizes
Indignada, só se fala em crise
Mas ninguém me pergunta como sobrevivi
É o caos nas imediações da sensatez
É a liberdade sendo presa
Num jogo onde se ganha, quando se passa a vez
Penduro a paciência no prego atrás da porta
Chuto a moralidade para debaixo do tapete
Abro a garrafa da consciência, agora negra
E coloco meus pés pro ar...
LIGO a TV e mal entendo o que dizem
Estou embriagada com tantas diretrizes
Indignada, só se fala em crise
Mas ninguém me pergunta como sobrevivi
É o caos nas imediações da sensatez
É a liberdade sendo presa
Num jogo onde se ganha, quando se passa a vez
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