Chega!
Observo o retrato
Desse povo brasileiro
Não quer mais ficar parado
Enquanto a elite nada no dinheiro.
O sistema é corrompido,
Pode acreditar!
É hora de nos unirmos,
Vamos pra rua pra lutar!
Procuro a ordem não consigo ver!
E o progresso é só nas mansões,
E no inferno dá pra perceber
Desfilando de terno, vários ladrões.
E o povo, muitas vezes, perdido,
Enxuga o pranto e só quer ser ouvido.
Aponta pro céu e questiona:
Por que todo esse castigo?
O Brasil que queremos é de igualdades
Seja preto, branco, índios, rico, pobres e miseráveis
Mas que tenham as mesmas oportunidades
Um país sem soberania fica a beira da loucura,
Não podemos deixar, ferir nossa cultura
O país de prostitutas e da impunidade
Lá fora nos conhecem com essa realidade
Sai fora gringo aqui do meu Brasil
Não foi sua pátria que me pariu,
Respeito ao nosso povo que não se vendeu
Bem diferente daqueles que se corrompeu!
Negro Vatto/Guilherme Azevedo
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*