um vazio nos olhos
Aparentemente e estranho escutar a chuva cair ou o vento sobrar
Tão no interior, não se escutava o coração bater
O vibrar da alma não era espanto mas sim costume do medo
Vozes que não se apagarão ao vento, troca de toques marcando o corpo
Uma leve dor nos dedos ,preocupações da vida que despercebidas passava
Um ardor picante na linguá ou um azedo na garganta
Serando os tendes para esboçar um sentimento qualquer
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