é verdade que,
filosoficamente, sou uma abnomalia,
constituindo-me assim

em meu próprio rei,
em meu próprio despropósito,
minha própria sobrevivência ao deserto,

meu próprio amor,
meu próprio desejo,
meu próprio pecado

e meus próprios escvuros,
meus próprios pesadelos
e meu próprio inferno descontrolado;

assim, senciente
e inconvientemente coroado por mim mesmo,
como ouma vela que tenta
se manter acesa,
apesar de tudo!
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