As mãos calejadas
Nhô carregava
Profundas cicatrizes
E uma alma marcada
Pela covardia
Um sofrimento constante
Quanto mais trabalhava
Mesmo Sem merecer
Seu Senhor açoitava
Bem distante de sua terra
A golpe de chicote, berra
No cativeiro de tortura
Marcados com abreviaturas
Sem conhecer felicidade
Se somos todos seres humanos
Porque não serem tratados com igualdade
Ao branco o poder
E pro negro um sonho de liberdade
Um com dinheiro que o sorriso escorre
Outro no corpo o sangue escorre
Mas todos se igualam quando morrem
Negro Vatto
Nhô carregava
Profundas cicatrizes
E uma alma marcada
Pela covardia
Um sofrimento constante
Quanto mais trabalhava
Mesmo Sem merecer
Seu Senhor açoitava
Bem distante de sua terra
A golpe de chicote, berra
No cativeiro de tortura
Marcados com abreviaturas
Sem conhecer felicidade
Se somos todos seres humanos
Porque não serem tratados com igualdade
Ao branco o poder
E pro negro um sonho de liberdade
Um com dinheiro que o sorriso escorre
Outro no corpo o sangue escorre
Mas todos se igualam quando morrem
Negro Vatto
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