Somente Eu
Tudo está embaçado
Não sei por onde andei
Se enfim cheguei, onde existirei
Mas dentro de mim, somente eu
Sei dessa dor
Que é sumir distante de mim mesmo.
Não canto músicas alegres
Cânticos gososos dos anjos proibo.
Minhas velhas mãos
Cansadas. Somente eu
Sei o peso do meu fardo
E o castigo que é carrega-lo.
Me diga o porquê da dor
Me diga o porquê da dor, enfim
Se avante eu vou
Mesmo não sabendo onde estou?
Me diga o porquê da dor
Me diga o porquê da dor, enfim
Se distante me tornei
De um mundo condenado a loucura?
Bebi o mais triste trago
Meus olhos vidrados, me perdi
Nos meus lábios, realidades destruídas
E na neblina turva, somente eu
Vejo o meu futuro
Escurecer ao fechar os meus olhos.
Não sei por onde andei
Se enfim cheguei, onde existirei
Mas dentro de mim, somente eu
Sei dessa dor
Que é sumir distante de mim mesmo.
Não canto músicas alegres
Cânticos gososos dos anjos proibo.
Minhas velhas mãos
Cansadas. Somente eu
Sei o peso do meu fardo
E o castigo que é carrega-lo.
Me diga o porquê da dor
Me diga o porquê da dor, enfim
Se avante eu vou
Mesmo não sabendo onde estou?
Me diga o porquê da dor
Me diga o porquê da dor, enfim
Se distante me tornei
De um mundo condenado a loucura?
Bebi o mais triste trago
Meus olhos vidrados, me perdi
Nos meus lábios, realidades destruídas
E na neblina turva, somente eu
Vejo o meu futuro
Escurecer ao fechar os meus olhos.
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