MAR ETERNO!
é verdade,
ando-me só e pequeno
em minha cela apertada,
sem sonhar mais,
sem voar mais e sem transpor
mais nenhuma excitante
gruta;
mas (e eu queria
me ver livre disso) quando me lembro
de ti,
mais se me costuram
as malhas do amor e da dor
na alma
porque mais te sinto
e mais te quero agora, que estás
em teu eterno e ausente
mar!
ando-me só e pequeno
em minha cela apertada,
sem sonhar mais,
sem voar mais e sem transpor
mais nenhuma excitante
gruta;
mas (e eu queria
me ver livre disso) quando me lembro
de ti,
mais se me costuram
as malhas do amor e da dor
na alma
porque mais te sinto
e mais te quero agora, que estás
em teu eterno e ausente
mar!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski