Rumores da chuva
Arde o poente inflamado de cores enfáticas
Ignifica-se a madrugada deixando um rasto
De luz animalescamente fantástica
Com artesanais silabas desenho este poema
Embebedado com rimas enigmáticas refractando
Mil luminescências caindo na escuridão emblemática
Nos rumores da chuva escuto a pluviosidade do
Tempo tempestuoso, atulhando meus ais que
Decoram toda a solidão sempre entusiástica
Devoro todo este silêncio que povoa a mente
Qual úbere onde sugo memórias estanques e apáticas
Vidradas num boreal momento de fé tão carismática
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*